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Eu iniciei meus estudos para certificação em 2008, contudo tive que interromper várias vezes devido ao meu envolvimento com outras atividades que requeriam maior prioridade. Este ano resolvi fazer diferente. Ao invés de planejar 2 meses de estudo, planejei 5 meses (média de 1 hora de estudos por dia). Li com calma 2 vezes o PMBOK e utilizei extensamente o material da PM Tech para tirar as dúvidas e nos tópicos que sentia mais deficiência procurava ler outros materiais de apoio como o livro da Rita.
O Exame foi mais simples do que imaginei. Mas acredito que isso se deu ao fato de ter me preparado bastante, durante mais de dois anos com o MBA da FGV mais o curso preparatório da PMTech.
As dicas que posso dar aos que irão fazer a prova: - Entendam bem os conceitos que o Guia PMBOK define. Saber o que cada jargão ou conceito significa foi 70% do teste, para mim. Isto me fez não perder tempo nas questões simples e me deu maior segurança nas questões difíceis. Neste ponto, o curso do PMTech teve grande valor, pois tive estes conceitos “refrescados” na memória.
Vejam o caso descrito a seguir. A fonte é o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, ao rejeitar agravo de instrumento de um ex-gerente de projetos. “O empregado, analista de sistemas, foi admitido como consultor. Desempenhava a função de gerente de práticas de consultoria quando foi dispensado, 11 anos depois. Na vigência do contrato, trabalhou em Porto Alegre e em diversas cidades do Brasil como São Paulo, Florianópolis e Curitiba e no exterior (Buenos Aires e Miami). |
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